Em março de 2026, a tenista nº 1 do mundo, a bielorrussa Aryna Sabalenka, anunciou seu noivado com Georgios Frangulis — o brasileiro de São Paulo que transformou açaí em um império de mais de 900 lojas pelo mundo. A história de como eles se conheceram diz muito sobre como o amor anda acontecendo em 2026.

Eles se conheceram numa reunião de negócios
A Sportbuzz e a CNN Brasil contaram a sequência: Sabalenka virou embaixadora da Oakberry — a rede de açaí que Frangulis fundou — em 2024. O contato começou profissional. Reuniões, conteúdo de marca, eventos do circuito de tênis em que a Oakberry era patrocinadora. Em algum ponto ali no meio, parou de ser só trabalho.
Pra quem cresceu ouvindo que casal de verdade se conhece em festa, ou no aplicativo, ou num grupo de amigos, isso tem uma graça meio antiga. Eles se conheceram trabalhando. Numa marca de açaí. Que ela ia divulgar pelo mundo. E a conversa foi descambando.
Em maio de 2024 já estavam juntos. Em março de 2026, noivos.
O contexto que ninguém conta
Atrás dessa história de marca virando amor tem uma camada mais pesada que poucos veículos cobriram. No mesmo ano em que Aryna começou a sair com Frangulis, ela perdeu o ex-namorado, o ex-jogador de hóquei Konstantin Koltsov, num caso de suicídio. Foram três anos de relacionamento que terminaram do pior jeito possível, semanas antes de ela conhecer o brasileiro.
"Sabalenka brincou publicamente em diversas entrevistas sobre a demora do empresário em realizar o pedido." — Sportbuzz
A piada nas entrevistas — "ele tá demorando, vou dar um ultimato" — só existe porque o amor seguinte aconteceu. Porque ela atravessou o luto sem virar uma pessoa fechada pro próximo capítulo. Isso é raro. E é o tipo de coisa que a gente só consegue ver olhando o tempo todo de uma vez.

O detalhe brasileiro
Tem algo muito Brasil nessa história. Frangulis nasceu em São Paulo, com família grega de Tessalônica, fundou uma marca de açaí — a fruta que a gente exporta como cultura — e usou esse açaí pra abrir 900 lojas no mundo. No caminho, ainda virou sócio do Le Mans FC na França e investidor da equipe Alpine de Fórmula 1.
Ou seja: ele exporta brasilidade. Açaí pra Nova York, pra Sydney, pra Tóquio. E quando o amor da vida dele apareceu, foi a tenista nº 1 do mundo, que circula 11 meses por ano por esses mesmos lugares. Faz quase um sentido geográfico.
Casais cross-border têm sempre essa coisa de "como é que vocês dois se acharam, sendo de lugares tão diferentes?". Em 2026, a resposta cada vez mais é: por causa de uma marca, de um evento esportivo, de um podcast, de uma colaboração de trabalho. O mundo encolheu e as pontes que ligam as pessoas mudaram de lugar.
O que a história dela ensina sobre contar histórias
Quando a Aryna postou o vídeo do pedido — Frangulis de joelhos, ela rindo, o anel — ela não precisou dar contexto nenhum. Os fãs de tênis sabiam do luto. Sabiam dos dois anos juntos. Sabiam das piadas nas entrevistas. Aquela cena de 20 segundos carregava o peso de tudo o que veio antes.
É isso que faz uma história de amor virar memória pública: o acúmulo. Os pequenos posts que documentaram a Oakberry como patrocínio, depois os primeiros aparecimentos juntos no circuito, depois as entrevistas em que ela soltava as piadinhas. Quando o pedido veio, ele era o capítulo final de um livro que a gente já tava lendo há dois anos.
O momento Couple Rewind
A maioria de nós não tem o circuito da WTA pra deixar pistas. Mas a lógica vale igual: uma história de amor vira inesquecível quando você consegue ver os capítulos na ordem em que eles aconteceram. As fotos do primeiro encontro, os prints da conversa de antes, o vídeo do dia em que a coisa mudou. O Couple Rewind existe exatamente pra isso — pegar o material disperso que você já tem no celular e organizar em uma retrospectiva real, com QR code físico, que conta a sua versão dessa mesma estrutura. Vale dar uma olhada em criar a sua retrospectiva antes da próxima data importante.



